Governo aumenta imposto de importação de cem produtos; vidros entram na lista

Desde o dia 1° de outubro, está em vigor no país medida que prevê o aumento do Imposto de Importação de cem itens produzidos no Brasil. O aumento de alíquotas tem validade de doze meses, mas poderá ser prorrogado até 31 de dezembro de 2014. Entre os produtos que figuram a lista estão vidros processados – laminados e temperados, que tiveram suas alíquotas de importação aumentadas de 12% para 25%, taxa máxima fixada pelo governo, e vidros float incolor e colorido, que tiveram as alíquotas ajustadas de 10% para 20%.
A medida, de acordo com a Camex (Câmara de Comércio Exterior), está dentro dos limites estabelecidos pela OMC (Organização Mundial do Comércio) e busca fortalecer a indústria nacional, a coerência tarifária dada pela TEC (Tarifa Externa Comum) entre insumos e produtos finais e a minimização de possíveis impactos inflacionários.
Na lista, estão produtos dos setores de siderurgia, petroquímica, química fina, medicamentos e bens de capital. Um desses produtos é o policarbonato, que teve a alíquota elevada de 16% para 25%. Por ser uma das matérias-primas mais utilizadas no processo de fabricação do vidro blindado, o aumento deve interferir no valor praticado atualmente pelas fornecedoras desse vidro especial, resistente a disparos de armas de fogo, no mercado nacional.
Governo aumenta imposto de importação
de cem produtos; vidros entram na lista
Desde o dia 1° de outubro, está em vigor no país medida que prevê o aumento do Imposto de Importação de cem itens produzidos no Brasil. O aumento de alíquotas tem validade de doze meses, mas poderá ser prorrogado até 31 de dezembro de 2014. Entre os produtos que figuram a lista estão vidros processados – laminados e temperados, que tiveram suas alíquotas de importação aumentadas de 12% para 25%, taxa máxima fixada pelo governo, e vidros float incolor e colorido, que tiveram as alíquotas ajustadas de 10% para 20%.
A medida, de acordo com a Camex (Câmara de Comércio Exterior), está dentro dos limites estabelecidos pela OMC (Organização Mundial do Comércio) e busca fortalecer a indústria nacional, a coerência tarifária dada pela TEC (Tarifa Externa Comum) entre insumos e produtos finais e a minimização de possíveis impactos inflacionários.
Na lista, estão produtos dos setores de siderurgia, petroquímica, química fina, medicamentos e bens de capital. Um desses produtos é o policarbonato, que teve a alíquota elevada de 16% para 25%. Por ser uma das matérias-primas mais utilizadas no processo de fabricação do vidro blindado, o aumento deve interferir no valor praticado atualmente pelas fornecedoras desse vidro especial, resistente a disparos de armas de fogo, no mercado nacional.